A descentralização é um dos aspectos fundamentais da tecnologia blockchain, e claro, isso significa que qualquer pessoa, em qualquer lugar no mundo pode ser adicionada à rede e operar nela. Isso, por sua vez, faz com que não haja um código de tempo universal, já que nos podemos conectar a partir de qualquer fuso horário. O timestamp é um registo de data e hora, que é calculado de acordo com diferentes parâmetros.

O parâmetro temporal, por se tratar de uma rede descentralizada, é baseado num ajuste instantâneo por meio de uma mediana dos registos que são devolvidos por todos os nós (nodes) da rede.

Também devemos ter em mente que os registos de tempo dos blocos não são exatos, e não precisam necessariamente de estar em ordem. Eles oferecem uma precisão relativa entre uma a duas horas, oferecendo uma margem de validação.

Basicamente, todos os nós estão conectados no mesmo intervalo de tempo, o UTC, contando todos com o mesmo índice horário. Assim, depois de armazenar esses dados, o nó local calcula o tempo de desfasamento entre a banda UTC e a hora local.

Assim, é feito um ajuste entre o tempo do nó local e o desfasamento de todos os nós que estão conectados à rede. Isso permite que o tempo da rede seja ajustado constantemente, evitando a manipulação e tendo apenas pequenas variações temporais em relação ao horário.

Isto é feito desta forma, porque pode haver muitos índices horários e repetições, além de outros problemas. Portanto, foi desenvolvido um sistema de registos de tempo universal para todos os nós, levando em conta o atraso que poderia existir.

A implementação de um timestamp, impossibilita a repetição do bloco no futuro, já que além da data de criação do bloco também é armazenada a data de fim da criação do bloco, e assim não há possibilidade de se repetir o mesmo hash que foi dado à uma semana, dois meses ou um ano atrás.

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